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Maria RejanePsicóloga · CRP 05/76266

Transtornos mentais graves

Cuidado para a pessoa e para quem está por perto.

Atendo online pessoas com esquizofrenia, transtorno bipolar e transtorno esquizoafetivo, e acolho as famílias. Trago para a clínica a experiência da rede de atenção psicossocial.

CRP 05/76266 · Especialista em saúde mental · Atendimento online

Maria Rejane sorrindo no consultório, de camisa branca

O que é cuidar disso na terapia

O diagnóstico conta uma parte da história. A pessoa conta o resto.

Os transtornos mentais graves, como a esquizofrenia, o transtorno bipolar e o transtorno esquizoafetivo, mexem com a forma de perceber o mundo, de sentir e de se relacionar. Costumam pedir cuidado por muito tempo, e esse cuidado é feito por várias mãos: o psiquiatra, a família, a rede de saúde e a terapia.

Na terapia, o foco é a vida da pessoa: o que ela vive, o que a assusta, o que ela quer retomar. Conversamos sobre a rotina, os estudos e o trabalho, as relações, o jeito de lidar com o tratamento e os sinais de que algo está mudando, para que seja possível pedir ajuda mais cedo.

Uso a Terapia Cognitivo-Comportamental, com objetivos combinados e passos possíveis para cada momento. Com quem vive o diagnóstico, cuido para que a pessoa seja vista antes do rótulo.

Com a família, o trabalho é outro: entender o que está acontecendo, diminuir a culpa e o medo, e pensar juntos em como apoiar sem se esgotar.

Três diagnósticos, muitas histórias

O que costuma chegar até mim.

Cada pessoa vive o diagnóstico de um jeito. Estas descrições são só um ponto de partida: quem dá o diagnóstico é o psiquiatra.

Esquizofrenia

Muda a forma de perceber a realidade, de pensar e de sentir. Pode envolver ouvir vozes, desconfiança intensa e vontade de se isolar.

Transtorno bipolar

Períodos de depressão que se alternam com fases de euforia ou irritação, com muita energia e pouco sono, que afetam a vida e as relações.

Transtorno esquizoafetivo

Reúne sintomas da esquizofrenia, como alterações na percepção da realidade, e episódios de humor, de depressão ou de euforia.

Experiência de CAPS

Conheço esse cuidado por dentro, em equipe e no território.

No CAPS, trabalho com pessoas em sofrimento psíquico intenso desde a graduação. Essa experiência vem comigo para a clínica online.

1

Atendimento e acompanhamento

Atendimentos em saúde mental, matriciamento e visitas domiciliares, como estagiária num CAPS III.

2

Oficinas

Planejei e conduzi oficinas e atividades coletivas de convivência, expressão e participação dos usuários.

3

Acompanhamento terapêutico

Hoje acompanho usuários do Serviço Residencial Terapêutico, no cuidado do dia a dia e no território. Veja a trajetória.

Terapia e psiquiatria

A terapia caminha junto com o acompanhamento psiquiátrico.

Nos transtornos mentais graves, a medicação e as consultas com o psiquiatra são parte central do cuidado. A terapia não substitui nada disso: ela soma. Se a pessoa já é acompanhada por um CAPS ou por um psiquiatra particular, a terapia pode caminhar ao lado.

Se ainda não há acompanhamento psiquiátrico, conversamos sobre esse passo logo no começo.

Como funciona

Da primeira mensagem à primeira sessão.

  1. Você me escreve

    Pelo WhatsApp. Pode ser a própria pessoa ou alguém da família, contando em poucas palavras o que está acontecendo.

  2. Conversamos sobre o caso

    Entendo a situação, falo de horários e valores e vemos juntos se a terapia online é o melhor caminho neste momento.

  3. Primeira sessão

    Online, no horário combinado, com a pessoa que vai fazer a terapia. A partir dela, definimos a frequência e os próximos passos.

Perguntas frequentes

Dúvidas de quem procura esse cuidado.

Se a sua pergunta não estiver aqui, me mande pelo WhatsApp.

Perguntar no WhatsApp
A terapia substitui o psiquiatra ou a medicação?

Não. Nos transtornos mentais graves, a terapia caminha junto com o acompanhamento psiquiátrico. Um não toma o lugar do outro.

Um familiar pode fazer o primeiro contato?

Pode, e é o mais comum nesses casos. Me conte o que está acontecendo e conversamos sobre o melhor caminho para a sua família.

A pessoa precisa concordar com a terapia?

Precisa. A família pode dar o primeiro passo e me procurar, mas a terapia acontece com a pessoa, e ela precisa estar de acordo.

O atendimento online serve para esses casos?

Depende do momento de cada pessoa. Na primeira conversa avaliamos juntos se o online é o melhor caminho agora, ou se outro tipo de cuidado precisa vir antes.

Você atende em momento de crise?

A terapia online não é atendimento de urgência. Numa crise, ligue 192 (SAMU), 188 (CVV) ou procure o CAPS da sua região ou o pronto-socorro.

Existe valor social?

Existe. O valor é combinado conforme a condição de cada pessoa. Veja como funciona.

Quando quiser, me escreva.

Pode ser sobre você ou sobre alguém da família. Eu respondo pelo WhatsApp.

Mandar mensagem